Quando estamos conectados com nosso EU, não julgamos. O Julgamento deriva de crenças e valores absorvidos do externo, gerando assim cobrança, culpa e ansiedade.

O julgamento tem se tornado, em nós, um instrumento do EGO que faz comparações no sentido de nos fazer sentir melhores do que os outros. Com isso, praticamos atitudes e crenças sem nos preocuparmos com o encontro do nosso EU interior. Com nossa verdadeira essência.

Quem julga é prisioneiro da falta de escolha.

O julgamento limita, aprisiona e não permite que enxerguemos as possibilidades.

E os efeitos do julgamento no nosso dia-a-dia?

Você já deve ter reclamado de alguma falta em sua vida. Falta de dinheiro, de um relacionamento amoroso, emprego, atenção, reconhecimento. Tudo isso faz você sentir que não é merecedor das conquistas. Isso acontece porque você se julga tanto que faz afastar tudo aquilo que quer para sua vida. Você então fica estagnado, não prospera e nem transcende.

Portanto, não julgue. Não condene. Nem a se mesmo e nem ao outro.

Comece a se perceber. A fazer perguntas. A avaliar como você pode melhorar. Questionar: o que pode ser modificado? Quais escolhas posso ter, ser, ou fazer para modificar minha vida?

A sua liberdade, sua paz estão na transcendência do julgamento.  Não julgue. Não se julgue. Não permita que esse sentimento domine você.